Sinpol repudia anúncio de não pagamento de reajuste em novembro

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Na data de ontem o diretor-geral da Polícia Civil, João Carlos Gorski, convocou as entidades classistas da PC a participarem de uma reunião em seu gabinete, a qual ocorreu nesta manhã.  O tema trazido foi o reajuste dos servidores da SSP, concedido por meio das Leis 18.419/14, 18.420/14 e 18.421/14, sancionadas no dia 8 de abril de 2014, e que posteriormente foram modificadas, condicionando o repasse do aumento à ocorrência de crescimento real da receita corrente líquida do Estado nos 12 meses anteriores ao da vigência.

O diretor informou que em reunião extraordinária na tarde de ontem com as lideranças da Segurança Pública no Palácio das Esmeraldas (PC, PM, BM e AGESEP), o governador relatou sobre a “crítica situação financeira” do Estado, alegando que, apesar de a receita ter crescido, a folha com funcionalismo encontra-se comprometida, gerando deficit mensal entre R$ 50 e R$ 200 milhões mensais. Diante desse quadro, o governador arguiu que não terá como arcar com o reajuste de 12,33% previstos para novembro e dezembro. Marconi informou que irá cumprir com o acordado, mas “pediu” o prazo de um ano, lançando assim os demais percentuais para os anos subsequentes.

O SINPOL repudia o descaso com que o governo vem tratando o servidor público e, por consequência, a segurança pública. A entidade não irá compactuar com a ingerência e a omissão da administração e assevera seu comprometimento com a categoria, que conforme votado por aclamação na última assembléia geral, ocorrida no dia 22 de outubro deste ano, buscará promover todos os meios para que esse mínimo direito seja mantido, juntando forças com as demais entidades representativas e propondo as ações judiciais cabíveis.

SINPOL LIVRE e TRANSPARENTE!

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