Bombeiros e Polícia Civil: a relação amistosa entre as duas Instituições

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Antes de entrar para a polícia civil, há quase 20 anos, o agente Rogério Helou Rocha formou em 2001 no Curso de Formação de Soldados do Corpo de Bombeiros. Apesar da rápida passagem pela corporação, ele atuou em ocorrências de resgates que permanecem na memória. Rogério destaca a proximidade entre as duas instituições. “É uma relação excelente. Sempre que precisamos, os bombeiros estão prontos para nos atender”. Rogério Helou trabalha no Grupo Antissequestro da Deic, que também investiga o desaparecimento de pessoas. “Sempre contamos com o auxílio  dos bombeiros para esse tipo de ocorrência”, lembra Helou.

Um caso recente de trabalho conjunto entre Polícia Civil e Bombeiros foi o desaparecimento do cantor Luizmar, ex-companheiro de dupla de Cristiano Araújo. E quem contactou os bombeiros para colaborar nessa ocorrência foi a escrivã de polícia Jacqueliny  Bastos. “Geralmente acionamos eles em casos como buscas em matas, com uso dos cães principalmente”, explica Jacqueliny. Neste caso, quem encontrou o corpo de Luizmar foi o cão Hope, o mesmo que também atuou nas buscas ao criminoso Lázaro, na região entre Cocalzinho e Águas Lindas. “Também já houve oportunidade de acionarmos eles para ajudar no resgate de corpos em lugares difíceis”, conclui.

Além da relação profissional, Jacqueliny é casada há 10 anos com o cabo do Corpo de Bombeiros Marcos Roberto Araujo Nolasco. Marcos entrou nos Bombeiros em 2013. Ele formou no Batalhão de Itumbiara depois de 7 meses de curso de formação. Posteriormente, foi lotado no batalhão de Morrinhos e trabalha desde 2015  no Centro Operacional, onde exerce a função de atendimento do ramal 193 e despacho de viaturas para atendimento de ocorrências do tipo resgate, salvamento, combate a incêndios, etc.

 

Jacqueliny Bastos, escrivã da polícia civil, casada há 10 anos com o cabo do Corpo de Bombeiros Marcos Roberto


Dia do Bombeiro
O dia dois de julho é marcado pela comemoração do “Dia do Bombeiro”. A história da Corporação de Bombeiros de Goiás começou em razão dos incêndios recorrentes que aconteciam na Capital. Um marco foi um incêndio ocorrido no salão de festas do Palácio do Governo. Em 17 de dezembro de 1958 foi editada a Lei n. 2.400, que criava uma Companhia de Bombeiros na Capital, dentro da estrutura da Polícia Militar do Estado de Goiás, com sede na Avenida Anhanguera. Em 1º de janeiro de 1990 o Governador do Estado nomeou o 1º Comandante Geral da Corporação, o Coronel PM Pedro Francisco da Silva, que foi o responsável pela estruturação do Corpo de Bombeiros de Goiás.

Atualmente o Estado de Goiás conta com 2,6 mil bombeiros militares distribuídos em 42 quartéis. A instituição atua nas áreas de combate a incêndios de todas as classes, inclusive em emergências com produtos químicos, explosivos e inflamáveis e material radiativo; busca e  salvamento, socorro de emergência, salvamento náutico,  prevenção de sinistros e apoio às ações de defesa civil,  além da colaboração com prefeituras e outras instituições  em campanhas ou emergências não programadas.

Cão farejador Hope, do Corpo de Bombeiros, em uma ocorrência de desaparecimento.

(Assessoria de comunicação do Sinpol Goiás – jornalistas responsáveis: Geovane Gomes / Sarah Maia – 62 9 9640-8679)

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