CASO VILMA MARTINS: a ocorrência da segunda criança roubada

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Um caso de repercussão no país e de muito trabalho aos policiais civis e delegados da época. Tudo começou em 21 de janeiro de 1986, quando o recém-nascido Pedrinho foi sequestrado de uma maternidade em Brasília, mas o desenrolar dos fatos se deu em Goiás.

Por mais de 16 anos, Vilma Martins Costa manteve Pedro Rosalino Braule Pinto como sendo Osvaldo Martins Borges Júnior. Durante as investigações desse sequestro, a Polícia Civil descobriu outra filha que ela também tinha tomado da mãe verdadeira, Aparecida Fernanda Ribeiro, registrada como Roberta Jamilly.

No arquivo da Polícia Civil, policiais encontram ocorrência do desaparecimento de Aparecida Fernanda Ribeiro, mais conhecida como Roberta Jamilly, instaurado em 1981. E isso foi possível graças ao trabalho de análise e gerenciamento dos arquivos da unidade, elaborado pelo Delegado Carlos Caetano Júnior, pelos escrivães Alexandre de Souza Oliveira e Darli Ferreira da Hora e pelo agente Sebastião Guimarães Pereira.

Ao iniciar os trabalhos na unidade, eles buscaram o apoio do Arquivo Geral para análise de temporalidade dos documentos e auxílio para guarda e descarte.

Pelos crimes cometidos Vilma foi condenada a 15 anos e 9 meses de prisão e está em liberdade hoje. 

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