A luta do Sinpol-GO pela extinção da classe de agentes e escrivães substitutos

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O Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás (Sinpol-GO) nunca aceitou e sempre questionou a criação dos cargos de agente e escrivão substitutos e o pagamento do salário de apenas R$ 1.500 desde o início das discussões. Inclusive, entramos com ações judiciais, pois o governo usou vagas disponíveis para a terceira classe e criou uma nova categoria. Os policiais que tomaram posse em 2017 têm a mesma atribuição dos demais agentes e escrivães, mas os salários são bem menores.

Seguimos com os questionamentos ao longo dos anos e tentamos dialogar com o governo para que os agentes e escrivães substitutos fossem promovidos para a terceira classe. Assim, eles passariam a receber R$ 5.134,14, ou seja, quase três vezes mais.

Acompanhamos de perto as dificuldades enfrentadas por nossos colegas, principalmente no interior. Policiais com salário de R$ 1.500, sem condições de pagar aluguel, chegaram a dormir nas delegaciais, que já têm estrutura precária. O assunto, inclusive, foi destaque em jornais de todo o País. Em algumas cidades, os policiais receberam ajuda da população local. O baixo salário já fez colegas desistirem da carreira, pedindo exoneração ao Estado.

O projeto de lei que trata da extinção da classe de agentes e escrivães substitutos da Polícia Civil deve ser votado na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás nesta quinta-feira. Este é um momento emblemático e muito importante, que marca a luta de cada um destes profissionais e do Sinpol-GO. Continuamos firmes na luta pelos interesses da categoria.

SINPOL LIVRE E TRANSPARENTE!

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