Policiais civis aposentados poderão prestar serviços em atividades administrativas

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Policiais civis aposentados poderão voltar a prestar serviços, em atividades administrativas, recebendo o equivalente a 45% dos proventos. É o que prevê emenda aprovada na tarde de hoje (20/12) na Comissão Mista da Assembleia Legislativa, apresentada pela deputada estadual Adriana Accorsi, a projeto de lei. O projeto deverá ser levado para primeira votação em plenário na sessão extraordinária desta quinta-feira, 21 de dezembro, às 10 horas.

A deputada Adriana Accorsi apresentou emenda ao PL que trata da possibilidade de contratação de policiais civis aposentados. Ela conseguiu importantes apoios de colegas parlamentares para garantir que a emenda fosse aprovada na Comissão Mista e espera conquistar mais apoios para a votação em plenário.

“Esse é um projeto que beneficia, em primeiro lugar, não os policiais, mas a sociedade, que contará com o olhar experiente e treinado de policiais aposentados, liberando outros policiais mais jovens, atualmente em atividades administrativas, para fazerem a atividade-fim, que é a investigação”, justifica o diretor parlamentar do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás (Sinpol-GO), Elton de Magalhães.

O presidente do Sinpol, Paulo Sérgio Alves Araújo, e a diretora Keithe Amorim acompanharam parte da sessão das galerias da Assembleia Legislativa. Eles destacam o apoio da deputada Adriana Accorsi e do diretor parlamentar, Elton de Magalhães, que é assessor da parlamentar, para que a emenda fosse aprovada. “Ainda falta aprovar em plenário, precisamos do apoio e do engajamento dos colegas policiais”, ressalta Paulo Sérgio.

“Com a possibilidade dessas contratações com 45% do subsídio, é importante observar que as chances do servidor policial que já conta com tempo para se aposentar, o fará, abrindo assim novas vagas para promoções, o que muitas vezes é impedimento, quando estes policiais mesmo tendo atingindo os critérios para a aposentação, permanecem em suas funções buscando o plus do abono de permanência, que trata-se de um valor aquém daquele apresentado no projeto. Salientamos que as contratações são voluntárias e apenas para atividades administrativas, o que não importaria nos mesmos riscos suportados pelos servidores da ativa, que se encontram na atividade fim”, disse a vice-presidente do SINPOL, Keithe Amorim.

Importante ressaltar a participação do delegado geral Álvaro Cássio, da delegada Lylian de Fátima, representante da ADPEGO e do presidente da UGOPOCI, José Virgílio, que foram fundamentais.

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