Sinpol-GO participa de assembleia unificada

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Policiais civis participaram, na manhã desta quarta-feira (21), de assembleia unificada da classe de policiais. A reunião aconteceu em frente à sede da Polícia Federal, em Goiânia. Na oportunidade, cerca de 350 policiais civis, federais, rodoviários, legislativos, agentes prisionais, guardas municipais, peritos e agentes de trânsito se manifestaram contra a proposta de reforma previdenciária, em que a atividade policial não é reconhecida como de risco. Durante a assembleia, os policiais também deliberaram por paralisação unificada no dia 8 de fevereiro de 2017.

“A atividade policial é de risco e muito estressante. Não buscamos privilégios, mas que nossa profissão seja vista como ela é. O policial não consegue trabalhar até a idade que o governo federal propõe, a maioria nem conseguirá se aposentar”, explica o presidente do Sinpol-GO, Paulo Sérgio Araujo.

O presidente ainda destaca que se a reforma permanecer como está, uma força policial envelhecida e incapaz irá enfrentar criminosos jovens. “As forças armadas e os policiais militares já conseguiram a retirada de suas classes do projeto. Agora, pedimos isonomia entre as polícias”, afirma Paulo Sérgio.

Atualmente, o policial civil homem tem que trabalhar 30 anos – sendo 20 na corporação – para poder se aposentar. Mulheres precisam trabalhar 25 anos, sendo que 15 deles precisa ser na corporação. A proposta do governo federal quer exigir que o trabalhador tenha, no mínimo, 65 anos de idade, e para receber proventos integrais na aposentadoria, precisa ter 49 anos de contribuição.

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