Policiais civis questionam pontos da Reforma da Previdência

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Foto: Pixabay

A União dos Policiais do Brasil divulgou carta pública aos parlamentares questionando determinados pontos da reforma da Previdência. No documento, um dos argumentos utilizados é quanto ao princípio jurídico da isonomia, já que, em determinados tópicos, funcionários da Segurança Pública são tratados com diferença.

“Uma nação que conta com policiais com idade e saúde adequadas assegura não apenas o respeito a esses trabalhadores, que muitas vezes se sacrificam com a própria vida em defesa do estado democrático, mas também contribui para que esses profissionais possam atender a sociedade da melhor forma possível”, diz o texto.

É necessário levar em consideração também que um policial ou agente de segurança pública trabalha, em média, 30 anos para ter direito à aposentadoria. Entretanto, em regime de dedicação exclusiva, com jornadas que excedem em muito as 40 horas semanais de atividade de um trabalhador comum, hora noturna não contabilizada como a de um profissional da iniciativa privada, chegamos facilmente à conclusão que esses 30 anos de contribuição representam mais de 40 anos.

Estes e outros argumentos constam nos documentos divulgados pela UPB. Confira os textos na íntegra:

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