Reunição com Diretoria Geral da Polícia Civil

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Estiveram reunidos no fim da tarde de hoje (08/03/2016) na sala do Conselho Superior da Polícia Civil, o Diretor Geral da Polícia Civil Álvaro Cássio, o Delegado Geral Adjunto Marcelo Ayres, o Presidente do SINPOL-GO Paulo Sérgio, os diretores do sindicato Bruno Garajau e Keithe Amorim e o Presidente da UGOPOCI Ademar, onde procurou-se discutir a questão relativa a realização de concurso público anunciado pelo governo de Goiás, para preenchimento de vagas destinadas à Polícia Civil.

Os representantes da Diretoria Geral foram categóricos em dizer que o Secretário mantém sua decisão quanto a realização de concurso para uma 4ª Classe do cargo de Agente de Polícia, a qual deverá ser criada por meio de lei.

Os representantes classistas foram informados quanto aos avanços obtidos na data de hoje, pela Polícia Militar, no que se refere à aceitação por parte do SSP quanto à manutenção do nível superior no certame, bem como a redução do interstício de 5 para 3 anos de estágio probatório. O SINPOL e a UGOPOCI postularão junto ao SSP, a idéia de um cargo técnico administrativo, com atribuições previamente definidas, a fim de que não se invada a esfera policial, contudo, há informações de que o líder da pasta deve oferecer resistência.

O SINPOL e a UGOPOCI devem nas próximas horas, agendar pauta com o Secretário de Segurança, visando em definitivo sanar a discussão sobre o assunto, contudo, está preparada a chamar uma Assembleia Geral da categoria em poucos dias, a fim de definir os rumos a serem seguidos pela entidade e seus representados, caso seja por meio da imposição a forma como se dará o concurso público que visa ofertar 500 vagas a cargo ainda inexistente na instituição. Segundo a diretoria da Polícia Civil, o secretário está pronto a receber sugestões tanto do sindicato, quanto da associação.

Restou levantada pela própria Diretoria quanto a oportunidade de se conseguir que no mesmo projeto de lei que estabelecerá a figura da quarta classe, fazer-se constar a reestruturação almejada pelos policiais civis do Estado, já que ambas se relacionam à Lei Orgânica da Polícia Civil. Há de se destacar que, mesmo tratando-se de uma vontade policial, aquela de alcançar a referida reestruturação, não deve vir ela atrelada a vícios e prejuízos futuros que visem dificultar sobremaneira a carreira da Polícia Civil.

Acrescente-se que todos os esforços vem sendo empenhados para que se possa encontrar o melhor caminho para a solução do problema, pois tanto o SINPOL quanto a UGOPOCI, nada mais são que o instrumento de negociação de seus representados.

Quanto a documento eventualmente assinado pelo representante do Sindicato dos Delegados de Polícia, os mesmos não possuem capacidade postulatória ou legitimidade para concordarem ou discordarem de algo que não diga respeito às suas próprias carreiras, portanto, mais assertivo seria da parte de referida entidade que se mantive em sua esfera de interesse, como sempre o fizeram, sob pena de que a cisão existente entre agente/escrivães/papiloscopistas e delegados, seja insanável, o que decorreria prejuízos de igual maneira irrecorríveis.

SINPOL LIVRE e TRANSPARENTE

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